12/05/2021 às 12:14h
Estado espera vacinar servidores da Educação em junho
Jessica Bachega/GD

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirma que a expectativa é que comece a imunizar os trabalhadores da Educação ainda em junho. Não há definição da vacina a ser usada, nem o cronograma de aplicação. Isso será determinado ao fim da vacinação dos servidores da Segurança.

 

Tramita na Assembleia Legislativa (ALMT) proposta para destinar 10% das vacinas recebidas para os profissionais da Educação. O gestor afirma que ainda não há decisão do Ministério da Saúde (MS) e do governo de Mato Grosso sobre o tema.


“Essa decisão está condicionada ao fim da imunização dos profissionais da segurança, tem ainda 5 mil pessoas a serem imunizadas. Tão logo termine, iremos pactuar 10% das vacinas para imunizar o pessoal da Educação. Imaginamos que ainda ao longo desse mês de maio iremos trabalhar na imunização desse pessoal da Segurança para ai começar a educação, que tem um contingente muito maior. Temos que pensar que são da rede municipal, estadual e federal. Acredito que no começo do mês iremos começar o processo de imunização dos meus colegas da educação”, explicou o secretário, em entrevista à rádio Vila Real, na manhã desta terça-feira (11).


Foi aprovado na ALMT, em abril, que 5% do total de vacinas recebidas serão destinadas aos servidores da Segurança Pública. Essa semana, aplicação chegou a ser suspensa por falta de repasse do Estado, mas já foi normalizada.


O gestor informou que Mato Grosso recebeu desde janeiro 20 remessas da vacinas CoronaVac, Astrazeneca e Pfizer. Nesta terça a Astraneca deixou de ser aplicada em gestantes por conta de efeitos colaterais ainda sob investigação. A orientação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Questionado sobre a polêmica em torno de usar todas as doses recebidas ou guardar para a segunda aplicação, o secretário informou que cada lote vem com uma recomendação do Ministério da Saúde, que deve ser seguida pelos municípios. Em Mato Grosso, município como Poxoréu ficaram sem vacinas para segunda dose.


“Houve municípios que derraparam nessa parte e fizeram serviço que não era a resolução do Ministério da Saúde. Também teve orientação do Ministério da Saúde que mandou aplicar tudo e depois o planejamento não se cumpriu e houve essa falha em vários locais, não só em Mato Grosso. Tanto que semana passada a resolução veio que era para aplicar primeira e segunda dose e em menos de 24 horas houve nova resolução que era para aplicar só segunda dose”, explicou.

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